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lutar e viver

por Zilda Cardoso, em 22.11.09

Esta é a capa do livro LUTAR ATÉ VIVER

 

 

  de que lhes tenho vindo a falar.

Tem hoje um ar mais alegre o meu post, mais alegre do que é hábito, por isso espero que seja ainda mais lido do que é habitual.

Direi apenas que sabemos todos, de experiência, como a vida é frágil - alguém saudável está feliz a executar qualquer mínima tarefa com entusiasmo, acontece escorregar e bater com a cabeça num objecto duro e agudo e... pronto tudo se desmorona para sempre.

Isto pode levar-nos a um mundo de reflexões: sobre a fragilidade da vida, em primeiro lugar, sobre o intolerável que é o mundo, depois. E sobre muitos outros temas.
O intolerável que é o mundo… com as suas ambiguidades e as incertezas. Já pensaram que não sabemos nada com profundidade? Nada? Entristeço ao pensar que nunca encontrei respostas para nenhuns porquês. E são muitos os meus porquês. Respostas definitivas, quero dizer. E os sistemas dos grandes filósofos nunca são as respostas. Não resistem a interpretações ao longo do tempo. E pareciam sem tempo quando surgiram.
O que queria dizer com aquela história tonta de bater com a cabeça etc., é que podemos compreender e lamentar o acontecido e continuamos a nossa vida, não digo como se nada fosse mas com esta compreensão que é sobretudo afecto e acrescentou a nossa sabedoria. Mas não podemos deixar de nos interrogarmos: por quê? Vale a pena todo o esforço, o trabalho, o sofrimento… para num rápido segundo tudo se esvair?
Talvez seja esta fragilidade da vida que nos aproxima uns dos outros e do Outro.
Que responsabilidade tem cada um de nós naquilo que acontece? Como se houvesse “acordo intersubjectivo” e uma ética que nos responsabiliza a todos e a cada um. Como se houvesse… e há.
(Continuarei com estes temas: fragilidade da vida, responsabilidade, exercício e progresso espiritual  e arte de viver)

 

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publicado às 14:25




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