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ÁRDUA ESPERANÇA

por Zilda Cardoso, em 01.03.09


 

 

 

Há umas tantas palavras que estão a ser usadas em política, pelo MEP, Partido Esperança Portugal, que vale a pena ter presentes a todo o momento e os seus conceitos muito vivos no nosso espírito.

Um dos termos mais importantes é DESINSTALAÇÃO face à apatia e à desistência. Não vamos persistir na negatividade, na ideia de crise sem solução, no impossível. Vamos usar a nossa inteligência e todas as nossas capacidades para encontrar solução.

Perguntam-me: vale a pena ou é justo, tem razão de ser, chamar a atenção para os problemas que não têm solução?

Mas que problemas não têm solução?

A morte não tem solução, no sentido de que ninguém escapa à morte, mas há os cuidados paliativos, há a possibilidade de melhorar a qualidade de vida dos doentes. É o que todos querem e podem desejar. Para que servem os medicamentos… quaisquer…? As cirurgias…? As terapêuticas de todo o género? É apenas para adiar o momento da morte inevitável (sem solução), dando-nos conforto e gosto de viver por mais algum tempo. Portanto, todos os problemas que nos surgem terão a sua solução. Que não tem um valor absoluto: é uma solução, digamos, relativa, exactamente o que está ao nosso alcance. É o que pretendemos obter.

 


 

 

Outra palavra é ESPERANÇA num mundo melhor. É uma palavra velha, a novidade é que não vamos ficar à espera que esse mundo nos caia em cima, vamos “arregaçar as mangas”, “lançar mãos à obra”, vamos pesquisar e descobrir o maná, porque “somos capazes de fazer melhor”.

Outra ainda é COESÃO social. “Não deixaremos ninguém para trás”. “Vamos passar e vencer a tempestade juntos”. Vamo-nos ajudar uns aos outros, “cuidar dos mais vulneráveis”, repartir o BOM que tivermos.

O importante não é ter, mas conseguir. Trabalhando com inteligência, com empenho, com persistência, vamos realizar as tarefas difíceis, para melhorar a nossa vida e as dos outros.

 

 

Vamos repensar toda a nossa vida.

 

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publicado às 18:44

MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL

por Zilda Cardoso, em 31.01.09

 

Estou de acordo com José Saramago.

 

Ele costuma ser pessimista e também maldisposto, como todos sabem, mas ultimamente confessa, com um sorriso, a sua esperança numa era pos-Obama e num mundo melhor. Confia numa pessoa "que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida".

Crê num homem que veio dizer-nos que "outro mundo é possível" e que "o mundo pode ser melhor do que isto".

Isto… é um mundo “cínico, desesperançado, sombrio, terrível…”

Obama "resolverá ou intentará resolver os tremendos problemas que o estão esperando, talvez acerte, talvez não, e algo nas suas insuficiências, que certamente terá, vamos ter de lhe perdoar..."

 

Estamos todos a pensar assim a respeito do novo presidente dos Estados Unidos. Porém, um pormenor é importante: ele tentará ou resolverá os terríveis problemas que o esperam, diz Saramago. Então e nós? diremos em bicos de pés.

Não vamos experimentar decidir alguma coisa? Não vamos ajudar? Não nos comprometemos todos a respeitar valores importantes como a igualdade social? Não nos responsabilizamos pelo esforço de sair deste ”tempo que vivemos”? Não nos vamos empenhar em construir um mundo “mais limpo, mais prometedor”?

 

Cidadãos do mundo, cada um de nós, ao repetir o slogan da campanha do novo presidente, prometeu. Responsabilizou-se.

 

Em Portugal, há um MOVIMENTO que arrisca ir além de ter e de dar esperança.

 

 

 

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publicado às 13:31




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