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Calculo que sejam um tanto ou quanto ridículas as minhas preocupações e as de muita boa gente a respeito do futuro do planeta e seus habitantes. Como se nós fôssemos capazes de destruir o planeta e a humanidade! Como se tivessemos poder bastante para isso.É evidente que apenas podemos destruir o que tínhamos construído – cidades, povos, continentes…E se destruirmos isso, o planeta fica mais limpo e saudável… no caso de encontrarmos onde depositar o lixo.
A maior parte do que nos ensinam com grande empenho ao longo da vida não tem sentido nenhum. Mais: é totalmente absurdo. Os chamados conhecimentos, a ciência não tem consistência, nenhuma base sólida, nada que não se possa contradizer desde logo. Desde logo a seguir. Não é uma estranha conclusão: é uma triste constatação.
Tenho muito tempo para pensar. Demasiado. Estou sempre em cima dos meus pensamentos, das minhas memórias, das minhas ideias, de mim, Canso-me, cada vez me canso mais com ressonantes formulações.
Há frases simples que não parecem valer nada quando são proferidas em determinados contextos reais e concretos. E que depois de abandonadas, isoladas, surgem como extremamente filosóficas, de grande valor e profundidade.
Ao contrário do que acontece com os seres humanos, o dia torna-se mais belo com o envelhecer: brilhante, dourado, seguro de si e anunciador.
Por vezes, ouço tão vivamente que compreendo tudo o que o outro tenta dizer-me. Por isso, dou conta do que não é verdadeiro nas suas palavras. Mas do mesmo modo continuo a dar-lhe atenção.
Vou ter saudade quando me partir: é ou foi a coisa mais estúpida que consegui dizer hoje.
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