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De maneira simples e natural

por Zilda Cardoso, em 01.07.15

 

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Sinto-me privilegiada quando me é permitido participar da vida de filhos e netos. Às vezes, abrem-se um pouquinho e eu entro alegremente com complexos programas em mente. Seja, ajudar no que eles quiserem ser ajudados, o que for.

Gosto de conhecer a sua vida, de entender.

Nada de me imiscuir, não é isso, mas algo como aconselhar sem conselhos. Com conhecimento de causa. Procurar ver com inteligência tendo em conta a espécie de sonho que acalentam. E que também me dá o maior prazer acolher e alimentar. Nutrir-me dele.

Coisas que parecem tontas pelos meus padrões de sensatez madura e que representam oportunidades desaproveitadas em tempo devido … agora podem ser outra coisa, ter um significado diferente, serem realizáveis. Ou puderem continuar a ser sonhos, sem problema.

Talvez afinal eu tenha um coração vulnerável e começado a considerar acontecimentos ditos insensatos como muito aceitáveis; lhes encontre qualidades de importância futura em diferentes circunstâncias.

Entenda-se: não quero resolver problema nenhum, Os problemas não são para resolver, são para pensar. São para ir pensando, já que nunca estamos satisfeitos com conclusões. Nunca acabamos de pensar. Aparentemente ainda bem.

Porque estaremos ocupados a inventar coisas… quanto mais não seja… para justificar a própria existência. É isso que queremos.

Procuro processar aquela informação dentro de mim, a informação que me é fornecida, transformá-la em algo prático, com valor, de modo a fazer salientar o que mais importa. O que mais importa, passa a ser o que importa.

Por mim, estou sempre intensamente disponível para pensar. Poderia fazer outra coisa?

(Quando precisarem de que alguma coisa seja pensada… falem comigo: tenho tempo, além do mais).

 

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publicado às 13:43





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