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Com o mar assim castanho e sem brilho, fui ver o rio que dizem ser d’ouro.
Na saída da famosa ribeira da Granja, encontrei a passarada do costume, mais irrequieta talvez, inquieta tanbém, cheirando a tempestade. Estava lá o aparelho, o binóculo, para observar de mais perto as várias espécies.
Durante um tempo pensei, sentada no banco de mármore macio. Depois, de pé, resolvi não pensar, olhar só e captar imagens que mereciam melhor tratamento, melhor técnica e melhor máquina do que eu possuo. O vento abanava-me, fazia-me oscilar, tornou-se difícil manter as mãos e os braços firmes.
Estão aqui algumas amostras, apesar de tudo.
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