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Rania, a Rainha, é uma mulher exemplar: jovem, bonita, elegante, educada, inteligente, sabedora dos assuntos de que se ocupa e de que fala com o maior à vontade.
Apreciei ouvi-la e vê-la, ler o que escreve e o que responde a um sem número de perguntas - sobre as suas actividades, sobre o seu país, sobre os árabes, sobre os conflitos mais persistentes, sobre o mundo em geral.
É extremamente sensata e usa uma enorme dignidade.
Procurei saber um pouco da sua vida.
Li que era de origem palestiniana, viveu com a família no Kuweit onde estudou. Emigrou para a Jordânia em 1990, quando o Iraque invadiu aquele país. Formou-se em administração de empresas. Foi empregada bancária e de uma empresa de computadores. Casou com o príncipe Abdullah que não iria ser rei, mas que é rei da Jordânia. Tem quatro filhos e dedica-se a um trabalho muito importante: a reforma da educação - melhores condições nas escolas, introdução do ensino obrigatório do inglês...
“Sinto que o nosso mundo está em crise, neste momento, a violência tomou o lugar do diálogo e a raiva tomou o lugar da compaixão”.
Criou um canal no YouTube para responder a perguntas de internautas de todo o mundo sobre o islão e sobre o mundo muçulmano. A sua ideia é combater e eliminar lugares comuns e explicar a verdade.
“Tenho esperança de que este canal de comunicação seja uma ponte entre o Oriente e o Ocidente, porque acredito firmemente que o nosso mundo precisa muito disso”.
O seu discurso é moderado e o valor do trabalho em que se empenha é reconhecido em todo o mundo.
Portugal concedeu-lhe um prémio que recebeu há dias pela contribuição dada para o estreitamento das relações entre os países do Norte e os do Sul.
As minhas homenagens.
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