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Lugares Bucólicos

por Zilda Cardoso, em 22.02.09

Na Quinta do Casal em pleno Inverno:

 

 

 

 

 

Esta é a casa por trás das árvores, à mistura com nevoeiro azul:

 

 

 

E a Casa à noite:

 

 

 

Aqui está um dos meus pinheiros favoritos:

 

 

E o lago com os seus reflexos:

 

 

Estou a passar por aí uns dias de sol e de tranquilidade.

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publicado às 21:09


10 comentários

De KI a 23.02.2009 às 14:23

Belíssimo e encantador.

Desejo dias à medida da paisagem. Adorei o post do seu neto que tão bem gosta das suas mãos. Maravilhoso assistir à descoberta.

Tudo de bom para si.

De Augusto Küttner de Magalhães a 23.02.2009 às 16:37

Por certo esse local - esplendido, de calmo, bonito, e tanta natureza - deve inspirar a escrever mais umas linhas, onde sempre nos ensina mais alguma coisa! Estava a ler umas entrevistas feitas a António Damásio e não só, e fico sempre "muito de acordo" - quem sou eu, para isso...- com o que o Damásio acrescenta - em função do que vem a estudar e comprovar - a Descartes, que não pensamos e "logo" existimos, mas também sentimos, emocionámonos para assim : existir! E tudo está dentro de nós, e a tal história do trabalhador que ficou ferido com um ferro na parte frontal do cérebro e deixou de se emocionar, de decidir, de ser boa pessoa, porque só ficou com a parte racional, a emocional foi-se. Não sei se misturando os momentos que aí está, e estas associações que fiz, dão espaço a mais umas excelentes linhas da Zilda Cardoso!

De José Carlos Pereira a 23.02.2009 às 21:31

Ávidos de efemérides, principalmente fúnebres, os portugueses adoram choramingar. E o dia de hoje, 23 de Fevereiro, não deixa de ser tentador para quem quer compensar o corpo da inércia colectiva da alma, à caça de datas e de efemérides com números redondos. Portugal e os Portugueses são assim...
Não vou cometer esse erro. Ou seja, não venho falar dos 22 anos após a partida de José Afonso, nosso bom e honrado poeta/cidadão, militante de humanidade e de ternura.
Falo-vos de uma outra pessoa, fisicamente desaparecida dois anos após, grande portuguesa também, poetisa de primeira água, terrivelmente deitada ao assassino abandono, depois de uma vida curta e muito atribulada. Pessoa com quem o Zeca, nos idos anos de 61 e 62, teve a oportunidade de conviver, no Algarve, bem como com António Ramos Rosa e António Barahona , entre outros.
Falo-vos de Luíza Neto Jorge. Morreu faz hoje 20 anos. Pertencente à escola Poesia 61, com Ramos Rosa e outros, nunca procurou facilidades nem o estrelato. Os seguidores desta corrente nem sempre foram bem compreendidos e recebidos, tanto por parte do Estado Novo como de alguns elementos e grupos da Oposição ao regime. Estes acusavam aqueles de a sua literatura não ter "conteúdo social". Ramos Rosa chegou a dizer que viveu sobre essas "duas ditaduras". Mas o certo é que esta escola, no limiar da década de 60, logo a seguir à mudança da toada coimbrã (em 58) e pouco antes do surgimento do "Tempo e o Modo", muito contribuiu para a evolução estética a vários níveis, libertando a nossa cultura de modelos arcaizantes e conservadores.
A Luíza merece a nossa atenção. Convém alertar!
José Carlos Pereira

De Augusto Küttner de Magalhães a 24.02.2009 às 13:36

Dei comigo, aqui e agora a pensar, que nesta altura de CRISES e quando já deixámos de ser jovens!!! tudo parece passar tão depessa, que temos e queremos agrarrar, pequenos BONS momentos, não os deixar fugir, podem não voltar,´j´sonhamos menos, já não acreditamos tanto, mas ainda estamos vivos, e participativos. Por vezs, o caso: aqui e agora, olhámos para alguns momentos do passado, quando e onde tropeçámos, e foi-nos possível voltar a levantar. Hoje um trambolhão, teria muito mais consequências - piores, apesar da experencia, mas temos menos força" - nefastas e uma possibilidade de menos fácil recuperação! Não sei porque me vieram estes pensamentos menos confortáveis, talvez de ouvir tantas Crises!!!!!E de ver que tudo o que tem sido feito nos ultimos tempos, em nada tem adiantado, e NINGUÉM sabe como resolver tudo isto, e vemos sofrimentos de todo o genero, sem soluçao, .....

De Zilda Cardoso a 25.02.2009 às 08:02

Tem razão em querer agarrar bons momentos, é melhor esquecer um pouco os outros, as crises e o seu cortejo de lamentos. O que ajuda... é fazermos nós, cada um de nós, o que estiver ao n/ alcance para vencer dificuldades e não nos deixarmos embalar por velhas histórias. Há todo um clima de tragédia, e há razão para isso. Mas devemos fixar-nos no que podemos realizar. E é com certeza muito e importante.

De Augusto Küttner de Magalhães a 25.02.2009 às 09:08

É isso mesmo e apesar deste clima de TOTAL tragédia que muito bem refere, se nos deixarmos envolver totalmente, vamos todos parar, vamos todos entrar em pânico, vamos só saber chorar, e talvez seja o menos adequado ao momentum, e por muito pouco que possamos fazer, talvez algo muito importante seja NUNCA DESISTIR!!

De Romina Barreto a 24.02.2009 às 22:52

É sempre bom poder estar a sós com a natureza e com a realidade observada. Sabe, também adoro o silêncio e o cheiro das árvores robustas. O sítio onde está, querida Zilda, parece-me lindo, um poema. Adoro sítios assim, calmos, para poder escrever as minhas coisas. Abraço apertado querida amiga Zilda.

Romina Barreto

De Zilda Cardoso a 25.02.2009 às 07:54

É tão bom "ouvir a sua voz" jovem e querida! Ganhei o meu dia hoje, logo de manhã.
Espero que tenha podido escrever "as suas coisas" em silêncio e tranquilidade, como gosta.
Estou a abraçá-la.

De Marcolino Duarte Osorio a 25.02.2009 às 09:10

Acordar pela manhã, mas bem cedinho, com os sons e cheiros campestres, entrando quarto dentro, é algo de inigualável que faz rejuvenescer meu corpo, algo cansado de tanta caminhada, e manter a minha juventude interior em plena acção!

De Cabecilha a 01.03.2009 às 19:15

muitro bem :)

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