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RE aprender a Vida

por Zilda Cardoso, em 26.05.12

 

 

 

Acredito, com os especialistas no assunto, que o nosso sistema de ensino, para desenvolver as “competências ligadas ao hemisfério esquerdo do cérebro (lógico, sequencial, analítico e objectivo),” deverá trabalhar intensamente o hemisfério direito ligado “à criatividade, à estética, à intuição, ao pensamento não linear, simultâneo, contextual e sintético”.

Quer dizer, devemos utilizar os dois hemisférios em conjunto para tirarmos o máximo proveito da capacidade de raciocínio do cérebro.

E isto não tem estado a ser feito.

De modo que é necessário investir na qualidade do nosso ensino para que a educação seja o que deve ser, isto é, um valor fundamental.

Crianças e jovens serão preparados para viver numa “sociedade tecnológica, globalizada, móvel, plástica e transparente”.

Por outro lado, há um grupo em arrebatado crescimento, que é o dos idosos que não são respeitados, como no Oriente, pela sua sabedoria e experiência de vida, mas antes se consideram um peso que os novos têm que suportar.

É possível, no entanto, manter este grupo activo de modo a que o seu cérebro seja estimulado e não entre em declínio. Só uma vida preenchida dará aos idosos alegria de viver.

E isto tornou-se tão importante como a educação das crianças e jovens.

 

 

Verifico com enorme satisfação que a RE AGE de Oeiras oferece uma diversidade de ideias, programas e serviços que podem ajudar UNS E OUTROS, novos e velhos, a compreenderem-se e a viverem melhor.

 

 

É através de técnicas inovadoras e também de algumas das mais antigas que se aprende a exercitar o corpo e o espírito. Ambiente aberto e divertido, estimulação cerebral, medicina tradicional e actividades lúdicas e recreativas, são algumas delas.

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publicado às 11:26


6 comentários

De Caminhando... a 31.05.2012 às 23:47

Muitissimo interessante e IMPORTANTE este post, Zilda. Obrigada pela partilha. Foi bom por aqui passar.

Um abraço

De Zilda Cardoso a 01.06.2012 às 08:29

Ainda bem que passou por cá, Joana.
Há muita falta de comentários, ultimamente. E eu fico sem saber se valeu a pena ter escrito ou falado nisso. No entanto, tenho a convicção de que é importante o que digo.
OUVIR O OUTRO é importante, mas como o ouço se o outro se mantém mudo? Do mesmo modo, se o outro não diz nada, como sei se me ouviu? Pode ter modificado as suas atitudes no sentido que aconselho ou preconizo... talvez. Que tempo demora a notar-se essa alteração numa enorme população? No entanto, é urgente que as atitudes se modifiquem especialmente em relação aos mais velhos que estão a aumentar em número de forma...ia dizer... assustadora, mas não é se as atitudes de novos e velhos se alterarem e harmonizarem.
É bom saber se as pessoas de boa vontade ouvem estas razões. Se sabem o que a Re Age está a tentar fazer, que serviços presta...
Obrigada, Joana. Espero voltar a ouvi-la com frequência.

De Caminhando... a 14.06.2012 às 02:02

Zilda,

Faço questão de aqui vir para lhe dizer que sim, vale muito a pena ler e reflectir acerca do que escreve, e contemplar as fotos que aqui partilha.
De facto, ouvir o outro é extremamente necessário. Como se vive (no real sentido da palavra) se só nos ouvimos a nós? Será isso viver? Viver é partilhar, ouvir, ser ouvido, entre inúmeras outras coisas. Tudo numa partilha e comunhão constantes.
Um beijinho e é sempre um gosto visitá-la.

De Sofia Freudenthal a 13.06.2012 às 19:55

Olá Zilda,
Obrigada pelo seu interesse e entusiasmo no que vai acontecendo à sua volta. Que bom vê-la sempre tão "acordada" para estes assuntos, que de facto, são duma importância imensa.
Como pôde assistir, aquela sessão de Filosofia no lar, foi uma prova viva do bem que faz aquelas pessoas e também aos jovens presentes, a interacção entre gerações, por um lado, e por outro, o devolver-lhes um sentido de vida. Eles perceberem que afinal ainda são capazes.
Tenho tido o privilégio de presenciar a esta devolução das capacidades que eles achavam ter perdido. Que na realidade não se perde, apenas se esquece por falta de estimulação e desinteresse dos que os rodeiam.
São trocas de experiências enriquecedoras para todos.

De Zilda Cardoso a 13.06.2012 às 21:12

Obrigada, Sofia.
Fico sempre indignada quando vejo os novos e, às vezes, não muito novos e pouco sabedores, considerarem os mais velhos como sem-valor, desprezando a SUA OPINIÃO, sem se darem conta nem do que estão a perder nem do que fazem sofrer.
Nas nossas sociedades, ocidentais e modernas, ainda não aprendemos a colocar os mais velhos no lugar que lhes compete: a que têm direito e onde seriam úteis.
O que está a fazer, Sofia, é muito importante. Só espero que tenha a coragem de manter o seu projecto e de expandi-lo, até ser bem conhecido o seu real valor para todos.

De Anónimo a 13.06.2012 às 21:35

É muito bom poder contar com uma equipa de técnicos que nos ajudam a Re Aprender a viver.
É muito importante encontrar "maestros" que nos ensinam a "Re Afinar a nossa orquestra".
Re Age é, sem dúvida, um projecto muito inovador!
Cristina Gonçalves

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