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Estamos
num hospital da Parede, casa velha e bonita numa zona agradável junto do mar.
Porém,
nitidamente decadente.
Gostaria de ver renovada a
pintura das paredes e substituídos os azulejos já algo corroídos. Serão gastos
incomportáveis para um hospital? Ou não são necessários?
Mas estavam lá de princípio,
foi considerado importante apresentar o edifício bem arranjado, moderno, além
de funcional. Talvez prefiram deitar abaixo azulejos art-déco atraentes, vagamente coloridos, ambiente perfumado de
flores simpáticas, sofisticadas, quadros “naif” e reproduções de desenhos de
Almada.
A casa, a meu ver, foi bem arquitectada
agora com pedras consumidas no terraço interior, espécie de claustro onde se
debruçam as pessoas para o jardim, em baixo: por isso as pedras estão
consumidas. O chão é de tijoleira cor-de-rosa e verde.
Telhados verdes, telhados
amarelos, telhados vermelhos e outros sem cor definida; palmeiras de várias
raças, relvados nem muito verdes nem regulares e céu azul azul… é o que observo
da janela do quarto para além de espirradeiras de flores rosa pálido e rosa
intenso, esplêndidas.
O Pedro veio desactivar o
material que trazia na perna e no braço desde que se espatifou por dentro e por
fora na Córsega há um ano e meio. Desde que vieram contra ele naquela estrada
de montanha.
É tanto metal, tantos
parafusos, tantas placas... tem que passar a funcionar sem esses apoios. Não
irá desmoronar-se?
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