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FOZ sur mer

por Zilda Cardoso, em 24.09.11

Só para lhes mostrar como é poético o meu sítio a esta hora, neste dia de Setembro...

Voltará a ser amanhã como hoje? Voltará a ser de algum modo?

Devo guardar a imagem na memória, pode não voltar a ser. E também nesta outra memória mais dura e difícil de se extinguir.

 

 

 

Talvez venha a ser memória de outra memória. Talvez esta imagem permaneça, sem haver quem a veja.

Mas não quero filosofar.

 

 

 

Estou a ajustar contas comigo.

  

 

 

 

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publicado às 20:08


4 comentários

De Marcolino a 26.09.2011 às 20:20

Olá, Zilda!
Quem conhece, como eu conheço, este local tão maravilhoso, fiquei encantado por o poder rever, nestas suas belas fotografias, onde quase senti o velho cheiro a maresia!
Parabéns pelas fotografias, e obrigado por as ter partilhado connosco!
Abraço
Marcolino

De Vicente a 28.09.2011 às 03:23

terríveis notícias se nos anunciam, e por mais que procuremos não encontramos porto seguro. os deuses devem estar loucos, ou serão os homens que não se encontram na sua própria circunstância? quem me dera ser pequenino, começava aquela canção de embalar…mas tinha que ser num tempo entre o dealbar da Humanidade e o infinito…no meio houve de tudo. perturba-se a minha alma e o meu espírito confia em ti meu Salvador, mas por onde andas que te não vemos? e os hinos e salmos poderiam sem cessar ser entoados e a perturbação não abandona o meu coração. que fazer então quando se aproximam os tempos da ira e da provação? dizem os antigos que se trasladaram para o deserto.

De Zilda Cardoso a 28.09.2011 às 07:49

Nem os Antigos sabem muito do que se passa. Viver estes tempos conturbados é um privilégio para cada um de nós. É-nos dada a oportunidade de desenvolver extraordinariamente a capacidade de raciocínio. Com isto, pomos os neurónios a trabalhar à máxima velocidade e... seja o que DEus quiser.
Salvador? Para o deserto?
Sempre achei que Ele se ficava a rir, lá onde está.

De Vicente a 28.09.2011 às 09:49

O deserto é em sentido figurativo, bem como os escorpiões...que os há por aí!

Zilda, não consegue sentir o desespero de quem não tem emprego e chega ao fim do mês sem dinheiro para honrar os seus compromissos anteriores, ter comida para dar aos filhos e à família e sobretudo ter um equilíbrio moral mínimo.

É disto que se trata, o resto é bonito dizer para filosofar sobre a crise e as oportunidades.

Em minha casa tenho um caso bem concreto de um familiar licenseado que não encontra emprego e é bem qualificado e desempenhou funções no estrangeiro, mas gostaria de cá ficar.

Não é normal a sociedade que obriga a que filhos maiores tenham que sobreviver à pobreza ficando a viver em casa dos Pais?

E a neura que causa, a depressão, a escassez de meios para se ser livre e fazer o que se quer?

É disto que eu falo e são aos milhares os casos que se repetem e se agravam...

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